Hoje, a turma do Curso Profissional de Recursos Florestais (11ºano) realizou uma sessão de sensibilização, no âmbito da Segurança da Internet, direcionada a alunos do 8ºano, turma B.
A atividade decorreu na Biblioteca e foi executada diretamente pelos alunos do 11ºano. Os formandos do 8ºano foram divididos em 4 grupos e, rotativamente, iam passando por várias secções com temáticas distintas:
-Regras de segurança para utilização da internet, de modo a alertar para alguns riscos recorrentes. Nesta secção, a sensibilização foi iniciada com a apresentação de um vídeo promocional.
-Exploração da página da SeguraNet (https://www.seguranet.pt/)
-Apresentação de bandas desenhadas alusivas ao problema das fake news.
-Quizz para pôr à prova os conhecimentos relativos a regras de segurança na Internet.
Em suma, esta formação pelos pares visou, sobretudo, alertar para o facto de "existirem pessoas maldosas, à espreita, prontas a entrarem em ação, e a tirar vantagem
dos mais distraídos ou ignorantes nestas coisas de saber utilizar a Internet" (SeguraNet). Foi extamente isso que o cartaz abaixo, afixado na Biblioteca junto aos computadores, pretendeu simbolizar!
Atividades das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo. BEVA (Biblioteca Escolar Vieira de Araújo) BERO (Rossas) BEVM (EB de Vieira do Minho) BERC (Cávado)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Dia Escolar da Não Violência e da Paz
A 30 de janeiro, comemora-se o Dia escolar da Não Violência e da Paz nas escolas.
Para assinalar a data, a Biblioteca Escolar, em articulação com a Educação para a Saúde, convidou a GNR (Escola Segura) a dinamizar uma atividade de sensibilização no âmbito do Bullying e do Cyberbullying. A atividade decorreu em duas sessões, uma para os alunos do 11ºano (CPRF e CPT) e outra para a turma D do 7ºano.Comemorações do Dia Mundial contra o Cancro
A 4 de fevereiro,
comemora-se o Dia Mundial de Luta Contra o Cancro e a nossa escola assinalou a
data, no dia 6 de fevereiro, através da intervenção de uma representante da
Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Em Portugal, e tal como acontece em todo o
Mundo, a incidência do cancro está a aumentar, estimando-se que cerca de 25 mil
pessoas morram todos os anos desta doença no nosso país. A sensibilização, prevenção primária e deteção precoce do cancro são,
portanto, componentes chave para o controlo desta doença, possibilitando uma
redução da sua incidência e mortalidade na população. Deste modo, especial
atenção deverá ser dada aos esforços de educação para a saúde e, neste
contexto, às iniciativas coletivas capazes de facilitar as opções individuais
por estilos de vida mais saudáveis. (Liga Portuguesa Contra o Cancro)
Atendendo ao papel dos estilos de vida saudável na prevenção
do cancro e ao facto de se pretender uma
articulação entre o PES (Projeto de Educação para a Saúde) e a leitura, a promoção
da literacia da leitura (em articulação com as literacias dos media/informação)
e o cumprimento da Educação para a Saúde (obrigatória por lei) de modo inovador
e transdisciplinar, surgiu o projeto “Leituras
com PES para andar”.
O projeto
supracitado está a ser desenvolvido pela turma B do 10ºano e implica a
envolvência das disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento e Inglês, em
articulação com a Biblioteca e o PES (Projeto de Educação para a Saúde).
A partir da
leitura de crónicas de Miguel Esteves Cardoso, os alunos da referida turma foram
sensibilizados para a vertente mais social/psicológica do cancro. A partir daí,
iniciaram a produção de trabalhos de pesquisa relativos ao cancro em si.
A envolvência dos
alunos nesta atividade visou a consolidação de conhecimentos alusivos ao tema,
particularmente no que toca à prevenção. A atividade foi também alargada a
outras turmas do 10ºano (A, C, CPA e CPI), mediante a realização de duas
sessões que permitiram, entre outros aspetos, conhecer melhor o papel da Liga
Portuguesa Contra o Cancro, conhecer o
Código Europeu Contra o Cancro (formas de reduzir o risco de cancro) e perceber
como podemos ser os heróis “dessa história”.
O tema do amianto
também foi abordado, enfatizando-se o papel desta substância (ao qual estamos expostos
diariamente) como fator de risco no desenvolvimento do cancro.
“Morre
mais do que mata…” – assim se referiu a dinamizadora da atividade aos avanços
da ciência no combate ao cancro e ao elevado número de sobreviventes à doença,
deixando-nos, aqui, também um sinal de esperança!
Articulação curricular com Português - 5ºano
No âmbito da articulação curricular com a disciplina de Português, os alunos de todas as turmas do 5ºano vieram à Biblioteca (28 e 31 de janeiro) para consolidar conhecimentos relativos à leitura da obra "Fada Oriana". Através da ferramenta digital Kahoot tiveram a oportunidade de testar conhecimentos de modo divertido!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
Oficina de Escrita Criativa - janeiro - 6º ano
“Sem título”
Oficina de escrita Criativa a partir do Conto Frei João Sem Cuidados
Texto recriado por Maria Costa António, 6ºB, nº 18
Era uma vez, num reino longínquo, um moleiro que não fazia nada. Certo dia, o rei, ao saber desta história, pensou:
- Deixa estar, que eu hei-de meter-te em trabalhos!
No dia seguinte, o rei mandou chamar o moleiro à corte. Quando este chegou, o rei perguntou-lhe:
- És tu o moleiro que tem fama de não fazer nada?
- Sim, sou eu majestade, mas porque é que me chamou aqui? - respondeu moleiro com outra pergunta.
- Eu mandei te chamar porque soube que não fazias nada, e se eu, o rei, ando aqui preocupado com os assuntos do Reino, porque andas tu a não fazer nada?! Por isso, daqui a três dias vens cá vestido com uma veste de frade para eu ver que te empenhaste a fazer alguma coisa. Vais-me ainda dizer porque é que o mar é azul. Se não o fizeres mando te matar.
Ao sair do palácio, o moleiro estava aflito sem saber onde arranjar um hábito de frade, porque, apesar de não fazer nada, ele era inteligente e sabia porque é que o mar é azul.
Pelo caminho o moleiro encontrou um frade e, ao vê-lo, pediu-lhe o seu hábito. O frade emprestou-lho de boa vontade.
Passados três dias, o moleiro vestido de Frade, foi pedir audiência ao rei. Quando chegou à corte o rei perguntou-lhe:
- Então moleiro… Empenhaste-te em arranjar um hábito de frade?
- Sim majestade! Em relação a pergunta que o rei me colocou, a resposta para o facto de o mar ser azul, é que o reflexo do céu lhe dar essa cor. - afirmou o moleiro.
O rei achou bem respondido, mas ainda assim não ficou convencido de que o moleiro se empenhara em fazer o que o rei lhe pedira...
******
O Moleiro que se disfarçou de Frade
Oficina de escrita Criativa a partir do Conto Frei João Sem Cuidados
Texto recriado por Inês Vieira Ribeiro, 6ºB, nº 12
Era uma vez um rei e um moleiro.
Certo dia o moleiro decidiu ir falar com o rei, para lhe pedir trabalho, mas o rei não lhe arranjou imediatamente. Mas, então o rei pensou para consigo:
- Deixa estar, que eu hei-de meter-te em trabalhos!! - pensou o rei.
Mas o moleiro não desistiu e decidiu, passados três dias, apresentar-se vestido de frade. Foi pedir audiência ao rei e lá falou com ele, que lhe respondeu:
- Só te arranjo trabalho se me responderes a estas três perguntas: Quantas árvores há floresta; quantas casas há no mundo e quantos carros há no mundo?
O “frade” ficou embaraçado, mas disse ao rei que lhe iria responder a tudo no dia seguinte. E assim fez. Pediu ajuda ao verdadeiro frade, e, sim, ele ajudou. No dia seguinte o “frade” voltou lá e respondeu às perguntas todas:
- Para saber quantas árvores há na floresta, tem que perguntar ao plantador que as plantou. Para saber quantas casas há no mundo terá de contactar com todos os construtores e juntar a quantidade de casas que cada um construiu. E, por fim, para saber quantos carros há no mundo, tem que perguntar a quem os fez.
O rei achou bem respondido, mas ficou muito surpreendido por ele não ter errado nenhuma pergunta. Respondeu-lhe, no entanto:
- Feito, já tens trabalho!
Passado alguns segundos o moleiro respondeu:
- Obrigada, mas eu sou aquele moleiro que você expulsou.
Deixou cair o seu fato de frade, e o rei, muito enervado, começou a disparatar sozinho.
“Sem título”
Oficina de escrita Criativa a partir do Conto Frei João Sem Cuidados
Texto recriado por Eduardo Pereira da Silva, 6ºB, nº 8
Era uma vez um rei, um moleiro e um pobre. Um dia o rei encontrou pobre na rua e perguntou-lhe:
- Olá, como se chama?
- Eu chamo Joaquim. - respondeu pobre. - Ó rei, eu preciso de um trabalho e de dinheiro!
- Deixa estar, que eu hei-de meter tem trabalhos! - pensou o rei para consigo.
No dia seguinte o rei encontrou moleiro.
- Como está senhor moleiro? - perguntou o rei.
- Eu cá vou andando. - disse o moleiro - Ando muito cansado, pois a idade não me ajuda.
O rei disse:
- Vem comigo!
Foram os dois em direcção aldeia e o rei foi ter com o pobre Joaquim.
- Joaquim, ainda queres trabalhar? - perguntou o rei.
- Claro que sim, rei! - disse o pobre.
- Daqui a três dias anda ter comigo ao palácio para responderes a estas perguntas: quando os móveis estão com pó o que devemos fazer; quantas vezes temos de limpar os vidros e, por fim, devemos limpar o chão com um pano ou com a esfregona?
O moleiro, com pena do pobre, falou com ele depois de o rei ir embora.
- Não te preocupes Joaquim. Eu vou lá por ti, mas tenho que levar essa farda.
Assim foi. Passados três dias, o moleiro, vestido de frade, foi pedir audiência ao rei.
- Então... quando os móveis estão com pó que devemos fazer? - perguntou o rei.
- Vossa majestade, temos que pegar num pano com produto dos móveis e limpar - respondeu o moleiro.
- E quantas vezes temos que limpar os vidros?
- Sempre que os vidros estejam sujos, vossa majestade.
- E por último, como devemos limpar o chão. Com um pano ou com uma esfregona?
- Vossa majestade, com um pano vai demorar um pouco mais do que com a esfregona.
O rei achou bem respondido e, contente com as respostas que ele deu, anunciou:
- Joaquim amanhã apresente-se ao trabalho!
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Leituras na Biblioteca da EB Domingos Abreu
Hoje, o dia foi inteiramente dedicado à EB Domingos Abreu...
"Corre, Corre Cabacinha"- assim se denomina uma história tradicional portuguesa recontada pela autora portuguesa, Alice Vieira.
A leitura desta obra visou a dinamização de uma atividade de articulação entre os alunos do 1º ano (1º Ciclo) e o Pré-escolar.
Os alunos mostraram-se encantados com a leitura deste livro e, no final, até recontaram a mensagem principal através da produção conjunta de um texto poético, apresentado a seguir.
Era uma vez
Uma velhina
Gostava muito
De estar na cozinha
Ela tinha filhos
E também netinhos
Para o batizado
Fazia bolinhos
Um belo dia
Foi a uma festa
Encontrou o lobo
Na floresta
Ela ficou
Toda a tremer
Porque o lobo
A queria comer
Logo a seguir
Descobriu um padrinho
Vendia cabaças
E andava sozinho
Foram à festa
Comer e dançar
Juntos pensaram
Como a velhinha salvar
Dentro de uma cabaça
A velhinha se meteu
Passou pelo lobo
Ele não a comeu
"Não vi velha, nem velhinha
Não vi velha, nem velhão
Corre, corre cabacinha
Corre, corre cabação."
Ainda houve tempo para a leitura da obra "A maior flor do mundo"
(alunos do 4ºano) e " O pinto borrachudo" - conto tradicional português, escrito por Adolfo Coelho (alunos do 2º ano). Em determinado momento, ao avaliar a atividade, os alunos classificaram-na como: FANTÁSTICA, INTERESSANTE, TOP, EXCELENTE, PEDAGÓGICA. EDUCATIVA, DIVERTIDA, MUITO BOM, EMOCIONANTE e Esplêndido.
"Corre, Corre Cabacinha"- assim se denomina uma história tradicional portuguesa recontada pela autora portuguesa, Alice Vieira.
A leitura desta obra visou a dinamização de uma atividade de articulação entre os alunos do 1º ano (1º Ciclo) e o Pré-escolar.
Os alunos mostraram-se encantados com a leitura deste livro e, no final, até recontaram a mensagem principal através da produção conjunta de um texto poético, apresentado a seguir.
Era uma vez
Uma velhinaGostava muito
De estar na cozinha
Ela tinha filhos
E também netinhos
Para o batizado
Fazia bolinhos
Um belo dia
Foi a uma festa
Encontrou o lobo
Na floresta
Ela ficou
Toda a tremer
Porque o lobo
A queria comerLogo a seguir
Descobriu um padrinho
Vendia cabaças
E andava sozinho
Foram à festa
Comer e dançar
Juntos pensaram
Como a velhinha salvar
Dentro de uma cabaça
A velhinha se meteu
Passou pelo lobo
Ele não a comeu
"Não vi velha, nem velhinha
Não vi velha, nem velhão
Corre, corre cabacinha
Corre, corre cabação."
Ainda houve tempo para a leitura da obra "A maior flor do mundo"
(alunos do 4ºano) e " O pinto borrachudo" - conto tradicional português, escrito por Adolfo Coelho (alunos do 2º ano). Em determinado momento, ao avaliar a atividade, os alunos classificaram-na como: FANTÁSTICA, INTERESSANTE, TOP, EXCELENTE, PEDAGÓGICA. EDUCATIVA, DIVERTIDA, MUITO BOM, EMOCIONANTE e Esplêndido.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
Miúdos a votos - Visão Júnior

A Biblioteca do Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo aderiu ao Concurso Miúdos a Votos - Visão Junior. Miúdos a votos conta com o apoio da Comissão Nacional de Eleições, do Plano Nacional de Leitura 2027, da Pordata, da Rádio Miúdos e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e, naturalmente, a RBE. Para mais informação visitar a página de facebook da Biblioteca:
Bibliotecas Escolares Vieira de Araújo
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